Capítulo : 001 - Tentação - parte 1
Lua: abre essa porta, Chay!! – estava dando murros na porta do apartamento – seu filho da puta, miserável, eu vou te matar, vagabundo, abre isso. – grunhiu cerrando punhos ao escutar a risada dele dentro do apartamento.
A loira continuou gritando escandalosa no corredor do prédio onde morava com seu primo/ficante, haviam brigado feio, por motivos que levou ele, por implicância, a expulsá-la do apartamento do jeito que estava, vestindo apenas uma lingerie vermelha, já que ela estava trocando de roupa, nem com aquele escândalo Chay abria a porta, Lua já estava desesperada, logo pessoas estariam vendo-a quase nua e aquilo não era nada bom. Do apartamento ao lado saiu Arthur Aguiar e quase soltou um palavrão ao ver aquela loira gostosa e tão irritadinha, nunca tinha visto uma mulher com um corpo tão perfeito como aquela ao vivo e a cores, um corpo feminino tão cheio de curvas, só de lingerie em sua frente, sentiu um desejo crescer rapidamente, seu corpo começou a esquentar, mordeu os lábios com força olhando-a, não era normal sentir tanto desejo assim apenas por olhá-la, já que nem a conhecia. Porem a cada movimento que a loira fazia, o moreno ficava mais duro, os seios tão arredondados dela estavam quase saltando daquele sutiã que deixava-os ainda mais lindos e perfeitos, ele passou a língua pelos lábios.
Arthur: puta merda, que gostosa – seus pensamentos lhe traíram saindo por seus lábios e ele arqueou as sobrancelhas percebendo isso. Fez careta quando viu a mulher o olhar.
Lua: como é que é? – se aproximou dele, batendo o pé no chão e colocou suas mãos na cintura, em uma pose desafiante, mostrando sua irritação – O que está olhando, seu******tarado, não tem vergonha na cara não, seu cachorro pervertido? – estapeou o braço dele, estava vermelha de raiva – perdeu a língua ou o que? – continuou com os tapas
Arthur: hey, hey, hey calma aí, gostosinha – engoliu a seco com o olhar mortal dela se auto defendendo dos tapas – ops, quero dizer, loirinha– corrigiu mas se arrependeu e a segurou pelos braços, fazendo-a parar – ah quer saber é gostosinha mesmo, não vou mentir pois não estou te xingando – levantou o queixo a soltando e Lua deu um passo para trás, evitando sorrir – eu não tenho culpa de ser homem, qualquer um que te ver assim vai te desejar – deu de ombros sendo sincero
Lua: hum, obrigada pelo elogio, mas está faltando com respeito... pare de me olhar assim – advertiu
Arthur: eu vou tentar, sua mandona – assentiu – mas você é a culpada de andar assim por aqui ok? – acusou
Lua: a culpa não é minha – explicou, exausta – é do idiota do meu... primo – trincou os dentes – que me tirou do apartamento a força, e como se não bastasse aparece um pervertido – olhou pra ele percebendo que os olhos do mesmo insistiam em passear por seu corpo
Arthur: hã? – levantou o olhar sorrindo amarelo – há, não consigo evitar – explicou-se – mas também, você que está quase nua e eu que sou o pervertido da historia? Isso não é justo.
Lua: uffff acho que nada pode piorar – ao dizer isso escutaram um barulho que vinha do elevador – eu tinha que abrir minha boca, que merda, agora virei exposição pública – rolou os olhos, e ficou aflita
Arthur: não – disse de imediato e começou a desabotoar as própria camisa rapidamente diante do olhar curioso e assustado dela
Lua: o que pensa que está fazendo? – perguntou com os olhos arregalados, mordeu o lábio inferior ao olhar o abdômen, aquele corpo e peitoral tão bem definido, era incrível como aquele homem a fazia sentir-se quente e assustada ao mesmo tempo.
Arthur: cala a boca e veste isso – olhou para o elevador vendo que estava chegando ao andar que eles estavam e a ajudou a vestir sua camisa rapidamente, Lua nem teve tempo para pensar e nem para abotoar os botões já que ele a surpreendeu puxando-a com vontade, pela cintura e a encostou na parede, as mãos femininas seguraram aqueles fortes braços, ele ficou de frente para ela, segurando-a na cintura, com seus corpos quase colados, as respirações se encontraram agitadas por estarem tão próximos, os olhares se encontraram sentindo as respirações se mesclarem, assim ele encostou a testa na dela sem desconectar a mirada no mesmo momento em que o elevador se abriu e dele saíram três pessoas que ignoraram os dois jovens que pareciam se pegar no canto do corredor, assim que saíram de visão. Lua fechou os olhos soltando o ar, sentindo alívio, mas sem entender o motivo dele ter feito aquilo, de ter a ajudado, abriu os olhos encontrando novamente os dele, estava tão próximo ainda.
Lua: e agora? – engoliu em seco quando ele apertou seu quadril a olhando intensamente
Arthur: vamos para o meu apartamento – afirmou e mordeu os lábios quando a viu assentindo com a boca entreaberta, bem próxima a sua.era muita tentação.

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