04 janeiro 2014

Puro Desejo

 001 - Tentação - parte 3  



Arthur: ta, dona irritadinha, vou parar quando você deixar de percorrer meu corpo com esse magnífico olhar quente, doçura – retrucou segurando o queixo dela que engoliu em seco e dando um longo e apertado selinho, deixando-a sem palavras, um silencio tenso se formou, não voltaram a se encarar por alguns minutos, apenas quando  elevador já havia chegado ao térreo. Arthur segurou na mão da Lua caminhando pelo estacionamento com ela, em direção ao seu carro e pensando que sim, seria mais fácil ajudá-la, ter levado ela para a casa da Sophia e pedido uma roupa emprestada da irmã, mas de jeito nenhum. Tinha que levá-la era para seu apartamento e vestindo sua camisa, que ficava no meio das coxas dela, deixando-a ainda mais gostosa. Ele sorriu consigo mesmo.

Lua: desculpa.. – fez careta com um biquinho que parecia irresistível, assim que chegaram ao carro. Nem ela mesma sabia porque estava se desculpado. Só não queria permanecer naquele silencio.

Arhur: só desculpo se me der um beijo de verdade – piscou parando de frente pra ela

Lua: ah! sonha, baby, sonha – riu empurrando-o e entrou no carro, observando Arthur entrar sorrindo e logo arrancar com o mesmo – você mora sozinho? – indagou após alguns minutos em silencio, cruzou as pernas e viu o olhar que ele lançou por suas coxas grossas e bem chamativas, sorriu largamente e decidiu provocar um pouco – hey, pode parar de olhar minhas pernas e prestar atenção na estrada? Estou muito nova para morrer – brincou vendo-o ficar sem graça – te fiz uma pergunta...

Arthur: bom.. er... – clareou a garganta e demorou um pouco para lembrar a pergunta – sim, sim sou eu moro sozinho, melhor para estudar já que faço faculdade de direito, e é bem puxado. bom, tem a Tânia, a minha babá – fez careta se arrependendo  do que falou – ops, empregada – ficou sem graça – ah ela cuida de mim desde que nasci – deu de ombros.

Lua: você tem babá? – gargalhou porem logo deixou de sorrir ao ver o olhar dele que estava sério, não achando graça nenhuma – perdão – prendeu o riso e olhou para a janela vendo a linda paisagem da lua refletida no mar enquanto estavam parados no transito que estava engarrafado – está de noite, mas não deixa de estar calor, que coisa – reclamou desabotoando três botões da camisa e Arthur engoliu em seco apertando o volante, não podia deixar de mirar novamente aqueles preciosos seios perfeitamente  unidos pelo  belo sutiã, logo imaginou-se lambendo-os como se nada mais importasse, apertando aquelas coxas e tocando-a por completo. ele se assustou com a buzina do carro de trás, então percebeu que o sinal abriu e seguiu com o carro, estava nervoso. Lua sorria por dentro, mordendo o lábio inferior, será que ela sabia que aquilo era ainda mais provocativo? E o quando o excitava ainda mais? Como se não bastasse no momento em que o sinal fechou novamente, ela mexeu seus cabelos para o lado deixando visível e exposta a pele macia e branca de  pescoço e nuca, Arhur conseguiu inalar seu cheiro, ele fechou os olhos, mordendo o lábio inferior com força. Aquela mulher estava brincando com ele e quem brinca com fogo acaba por se queimar. Arthur sentindo a ereção pulsar dentro da calça, pisou no acelerador com força, tinha que chegar no apartamento o mais rápido possível, ela se assustou um pouco com o impacto mas sorriu com a pressa e  o jeito dele, que acabara por excitá-la, imaginando quão selvagem ele deveria ser na cama. Vendo a resistência dele, Lua descruzou as pernas e passou as mãos por elas, podia ouvir a respiração acelerada dele.

Arthur: quer parar com isso? – perguntou não aguentando mais, parando o carro no ultimo sinal próximo a seu apartamento  e a viu girar a cabeça para olhá-lo como se nada tivesse acontecendo

Lua: o que? – perguntou sínica, com falsa inocência e indignação 

Continua...

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